DENGUE, CHIKUNGUNYA E ZIKA

Data: 19/04/2016

São doenças virais transmitidas pelo mesmo mosquito Aedes aegypti. O Aedes aegypti é um mosquito doméstico, vive dentro de casa e perto do homem. Ele tem hábitos diurnos e alimenta-se de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer. A reprodução acontece em água limpa e parada, a partir da postura de ovos pelas fêmeas. Os ovos são colocados e distribuídos por diversos criadouros – estratégia que garante a dispersão da espécie.

 

CONHEÇA OS SINTOMAS:

sintomas

NÃO EXISTE TRATAMENTO ESPECÍFICO PARA DENGUE, CHIKUNGUNYA E ZIKA, os sintomas são tratados com medicamentos, repouso e ingestão de bastante líquido. É importante procurar um serviço de saúde mais próximo e não tomar medicamentos por conta própria.

Então, todas as atitudes são importantes para a prevenção!


VEJA O QUE FAZER PARA COMBATER O MOSQUITO:

• Verificar se as caixas d’água estão bem fechadas;
• Não acumular vasilhames nos quintais;
• Colocar areia nos pratos dos vasos de plantas;
• Guardar garrafas de cabeça para baixo;
• Não deixar água da chuva acumulada sobre a laje etc.;
• Não jogar entulhos na rua;
• Manter portas e janelas fechadas ou teladas;
• Usar calça e camisa de manga comprida;
• Mosquiteiros proporcionam boa proteção para aqueles que dormem durante o dia (por exemplo: bebês, pessoas acamadas e trabalhadores noturnos).
• Usar repelentes e inseticidas (Em caso de gestantes utilizar apenas repelentes permitidos para gestantes)

 

MICROCEFALIA

A microcefalia é uma doença em que a cabeça e o cérebro das crianças são menores que o normal para a sua idade, influenciando no seu desenvolvimento mental.

ALGUMAS SITUAÇÕES QUE PODEM PROVOCAR MICROCEFALIA:

Consumo de cigarro, álcool ou drogas como cocaína e heroína durante a gravidez; Síndrome de Rett; Envenenamento por mercúrio ou cobre; Meningite; Desnutrição; HIV materno; Doenças metabólicas na mãe como fenilcetonúria; Exposição à radiação durante a gestação; Uso de medicamentos contra epilepsia, hepatite ou câncer, nos primeiros 3 meses de gravidez; Infecções como rubéola, citomegalovírus e toxoplasmose durante a gravidez também aumentam o risco do bebê ter microcefalia. Além destas, existe suspeita de que doenças como Zika vírus (de origem africana e primo do vírus da dengue) durante a gestação também estejam ligadas à microcefalia.

As crianças com microcefalia podem ter graves consequências como: Atraso mental; Déficit intelectual; Paralisia; Convulsões; Epilepsia; Autismo e Rigidez dos músculos.

GESTANTES: É importante que todas as gestantes mantenham o acompanhamento e as consultas de pré-natal, com a realização de todos os exames recomendados pelo médico. O Ministério da Saúde reforça ainda a orientação de não consumirem bebidas alcoólicas ou qualquer outro tipo de drogas, não utilizar medicamentos sem orientação médica e evitar contato com pessoas com febre ou infecções.


NOVOS CASOS FORAM DIVULGADOS – SITUAÇÃO EPIDEMIOLÓGICA

Ministério da Saúde

Até 02 de abril de 2016 (SE 13/2016), 6.906 casos foram notificados, segundo as definições do Protocolo de vigilância (recém-nascido, natimorto, abortamento ou feto). Desses, 4.046 (58,6%) casos permanecem em investigação e 2.860 casos foram investigados e classificados, sendo 1.046 confirmados para microcefalia e/ou alteração do SNC sugestivos de infecção congênita e 1.814 descartados

FONTE: http://combateaedes.saude.gov.br/images/sala-de-situacao/informe_microcefalia_epidemiologico20.pdf.


SAIBA MAIS.

Acesse: http://combateaedes.saude.gov.br/


Responsável: Enfermeira Kátia Nakamura – Gestão de Saúde.

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