Você não precisa esperar para se prevenir. Saiba mais!

 

 

 

O recente surto da gripe causada pelo vírus H1N1 está chamando a atenção para um problema que poucas vezes recebe a devida atenção por parte dos empregadores.  Mas a gripe está entre os principais fatores de absenteísmo do trabalho e também compromete a segurança ocupacional. Mesmo um ataque leve de gripe pode reduzir a rapidez de reação de uma pessoa em 20%-40%[1], o que traz sérias implicações para a segurança ocupacional.  Ou seja, manter uma pessoa resfriada ou gripada trabalhando eleva os riscos de acidentes de trabalho.

“É importante que as empresas usem o mapeamento de risco das funções para ter mais atenção com os colaboradores dessas áreas que contraem gripes ou resfriados.  Nestes casos, o respeito ao prazo para o pleno restabelecimento da saúde deve ser visto como um item de segurança do trabalho”, alerta Januário Micelli, presidente da AGSSO-Associação de Gestão de Segurança e Saúde Ocupacional

De maneira geral, a gripe é responsável por 10% das faltas.  Estudos mostram que durante o ciclo da doença, o absenteísmo se eleva, podendo ir de 0,79 a 4,9 dias de trabalho[2].  Pesquisas indicam que esses custos indiretos podem chegar a US$ 15 bilhões por ano[3].   A perda de produtividade causada pela morbidade e pela mortalidade da gripe é estimada em US$ 498 / dia no Brasil[4].  Mesmo aqueles que contraem doenças semelhantes à gripe e permanecem em atividade ou retornam ao trabalho antes de seu pleno restabelecimento têm produtividade mais baixa[5].

“Tanto o hábito de não deixar de trabalhar quando se está resfriado ou gripado, como a tendência de retomar as funções antes do término do ciclo da doença, devem ser combatidos”, recomenda Januário Micelli.  “Além de produzirem menos, esses profissionais elevam o risco de disseminação da doença para seus colegas”, esclarece.

Este ano, a gripe começou mais cedo e está sendo turbinada pelo mais agressivo dos vírus, o H1N1.  Sozinho, ele já responde por metade dos casos registrados no Brasil. As notícias sobre o recente surto do vírus H1N1 preocupam e estão levando muitas pessoas a procurarem pela vacina.  “A Organização Mundial de Saúde recomenda a vacinação preventiva, especialmente de pessoas em situação de risco  ou maior fragilidade.  Pois bem: trabalhadores que desempenham suas funções em locais fechados, com ar condicionado e, portanto, ventilação restrita, estão claramente no grupo de risco”, ressalta Paulo Zaia, diretor da AGSSO.  “Por isso, a vacinação preventiva não pode ficar de fora do calendário e do orçamento das empresas”, conclui.

Mas há outras medidas que também devem ser adotadas.  “Seja em casa ou no trabalho, as pessoas devem manter os ambientes arejados, lavar sempre as mãos ou higienizá-las com álcool gel e usar lenços descartáveis para espirrar ou tossir”,  recomenda Zaia.  “No caso de empresas com restaurantes industriais, é importante reforçar, no cardápio, a presença de alimentos com vitamina C, como sucos naturais e frutas na sobremesa”, destaca.

Segundo a Organização Mundial de Saúde, entre 3 e 5 milhões de pessoas são contaminadas por alguma variação do vírus da gripe em todo o mundo.  Destas, meio milhão vêm a falecer.  Dados do Censo Nacional de Saúde dos Estados Unidos (National Health Interview Survey) impressionam: apenas em 1995 a gripe foi responsável por mais de 200 milhões de dias com atividade restrita, 100 milhões de dias de cama, 75 milhões de dias de trabalho perdido e  22 milhões de visitas médicas.

Responsável: AGSSO – Associação de Gestão de Segurança e Saúde Ocupacional. Divulgada em 21/04/2016. Fonte: http://surgiu.com.br/noticia/238247/gripe-e-risco-a-seguranca-do-trabalho.html

A doença é causada pelos vírus Influenza, pertencente à família Orthomyxoviridae, com genoma de RNA segmentado. Existem 3 tipos de vírus influenza: A, B e C. O vírus influenza C causa apenas infecções respiratórias brandas, não possui impacto na saúde pública e não está relacionado com epidemias. O vírus influenza A e B são responsáveis por epidemias sazonais, sendo o vírus influenza A responsável pelas grandes pandemias. Os vírus influenza A são ainda classificados em subtipos de acordo com as proteínas de superfície, hemaglutinina (HA ou H) e neuraminidase (NA ou N). A proteína H está associada ao reconhecimento e infecção das células do trato respiratório, onde o vírus se multiplica; enquanto a proteína N está envolvida na liberação das partículas virais da superfície das células infectadas. Dentre os subtipos de vírus influenza A, os subtipos A(H1N1) e A(H3N2) circulam atualmente em humanos. Alguns vírus influenza A de origem aviária também podem infectar humanos causando doença grave, como no caso do A(H5N1) e A(H7N9).

FONTE: Ministério da Saúde –http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/descricao-da-doenca-influenza

 

NO BRASIL, OS INFECTOLOGISTAS AINDA NÃO SABEM COM PRECISÃO POR QUAL MOTIVO O SURTO DA DOENÇA CHEGOU MAIS CEDO QUE O COMUM ESTE ANO. A GRIPE H1N1 GERALMENTE ACONTECE NO PERÍODO DO INVERNO, E A VACINAÇÃO OCORRE NO MÊS DE MAIO.

RECOMENDAÇÕES PARA EVITAR A CONTAMINAÇÃO:
• Lave as mãos com frequência, usando água e sabão, após tossir ou espirrar. O uso de produtos à base de álcool também ajuda na desinfecção das mãos;
• Cubra o nariz e a boca com um lenço de papel quando tossir ou espirrar, jogando-o no lixo após o uso;
• Não coce ou toque os olhos, nariz ou boca;
• Evite contato próximo com pessoas doentes;
• Caso você contraia a gripe, procure um médico e evite contato com outras pessoas para não infectá-las;
• A liberação para retorno ao trabalho somente poderá ser dada pelo médico do trabalho.

FIQUE ATENTO AOS SINAIS E SINTOMAS DE DOENÇAS VIRAIS EM CIRCULAÇÃO:
sintomas_H1N1

VACINA:
Existem duas versões diferentes da vacina: a trivalente, que imuniza contra três tipos de vírus, e a quadrivalente/tetravalente, imuniza contra quatro tipos de vírus. Em ambos os casos está inclusa a imunização contra o H1N1.

Na rede pública, apenas a vacina trivalente estará disponível. Se você tomar primeiro a trivalente e depois resolver tomar a quadrivalente, é preciso esperar no mínimo 30 dias.


Gripe é risco à segurança do trabalho

De maneira geral, a gripe é responsável por 10% das faltas.  Estudos mostram que durante o ciclo da doença, o absenteísmo se eleva, podendo ir de 0,79 a 4,9 dias de trabalho[2].  Pesquisas indicam que esses custos indiretos podem chegar a US$ 15 bilhões por ano[3].   A perda de produtividade causada pela morbidade e pela mortalidade da gripe é estimada em US$ 498 / dia no Brasil[4].  Mesmo aqueles que contraem doenças semelhantes à gripe e permanecem em atividade ou retornam ao trabalho antes de seu pleno restabelecimento têm produtividade mais baixa[5].


SAIBA MAIS

Acesse: http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/o-ministerio/principal/secretarias/svs/influenza


 

Responsável: Enfermeira Kátia Nakamura ⋅ Gestão da Saúde

São doenças virais transmitidas pelo mesmo mosquito Aedes aegypti. O Aedes aegypti é um mosquito doméstico, vive dentro de casa e perto do homem. Ele tem hábitos diurnos e alimenta-se de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer. A reprodução acontece em água limpa e parada, a partir da postura de ovos pelas fêmeas. Os ovos são colocados e distribuídos por diversos criadouros – estratégia que garante a dispersão da espécie.

 

CONHEÇA OS SINTOMAS:

sintomas

NÃO EXISTE TRATAMENTO ESPECÍFICO PARA DENGUE, CHIKUNGUNYA E ZIKA, os sintomas são tratados com medicamentos, repouso e ingestão de bastante líquido. É importante procurar um serviço de saúde mais próximo e não tomar medicamentos por conta própria.

Então, todas as atitudes são importantes para a prevenção!


VEJA O QUE FAZER PARA COMBATER O MOSQUITO:

• Verificar se as caixas d’água estão bem fechadas;
• Não acumular vasilhames nos quintais;
• Colocar areia nos pratos dos vasos de plantas;
• Guardar garrafas de cabeça para baixo;
• Não deixar água da chuva acumulada sobre a laje etc.;
• Não jogar entulhos na rua;
• Manter portas e janelas fechadas ou teladas;
• Usar calça e camisa de manga comprida;
• Mosquiteiros proporcionam boa proteção para aqueles que dormem durante o dia (por exemplo: bebês, pessoas acamadas e trabalhadores noturnos).
• Usar repelentes e inseticidas (Em caso de gestantes utilizar apenas repelentes permitidos para gestantes)

 

MICROCEFALIA

A microcefalia é uma doença em que a cabeça e o cérebro das crianças são menores que o normal para a sua idade, influenciando no seu desenvolvimento mental.

ALGUMAS SITUAÇÕES QUE PODEM PROVOCAR MICROCEFALIA:

Consumo de cigarro, álcool ou drogas como cocaína e heroína durante a gravidez; Síndrome de Rett; Envenenamento por mercúrio ou cobre; Meningite; Desnutrição; HIV materno; Doenças metabólicas na mãe como fenilcetonúria; Exposição à radiação durante a gestação; Uso de medicamentos contra epilepsia, hepatite ou câncer, nos primeiros 3 meses de gravidez; Infecções como rubéola, citomegalovírus e toxoplasmose durante a gravidez também aumentam o risco do bebê ter microcefalia. Além destas, existe suspeita de que doenças como Zika vírus (de origem africana e primo do vírus da dengue) durante a gestação também estejam ligadas à microcefalia.

As crianças com microcefalia podem ter graves consequências como: Atraso mental; Déficit intelectual; Paralisia; Convulsões; Epilepsia; Autismo e Rigidez dos músculos.

GESTANTES: É importante que todas as gestantes mantenham o acompanhamento e as consultas de pré-natal, com a realização de todos os exames recomendados pelo médico. O Ministério da Saúde reforça ainda a orientação de não consumirem bebidas alcoólicas ou qualquer outro tipo de drogas, não utilizar medicamentos sem orientação médica e evitar contato com pessoas com febre ou infecções.


NOVOS CASOS FORAM DIVULGADOS – SITUAÇÃO EPIDEMIOLÓGICA

Ministério da Saúde

Até 02 de abril de 2016 (SE 13/2016), 6.906 casos foram notificados, segundo as definições do Protocolo de vigilância (recém-nascido, natimorto, abortamento ou feto). Desses, 4.046 (58,6%) casos permanecem em investigação e 2.860 casos foram investigados e classificados, sendo 1.046 confirmados para microcefalia e/ou alteração do SNC sugestivos de infecção congênita e 1.814 descartados

FONTE: http://combateaedes.saude.gov.br/images/sala-de-situacao/informe_microcefalia_epidemiologico20.pdf.


SAIBA MAIS.

Acesse: http://combateaedes.saude.gov.br/


Responsável: Enfermeira Kátia Nakamura – Gestão de Saúde.

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